Não gosto de sentir o meu espírito enclausurado num corpo frágil e, por vezes, doentio. Sim, doentio. O cérebro força-nos a reviver memórias escandalosas de um amor que já partiu e que deixou o coração em mil pedaços indistintos, impossíveis de reencaixar. Parece que ainda sei falar de corações partidos e não gosto de saber isso.