O amor nem sempre é doloroso. Quando é realmente amor, não dói. É doce. Provoca o nascer de borboletas na barriga e o calor nas bochechas. É o palpitar exorbitante do coração, é o sorriso constante, é o morder os lábios, é ficar nervosa a falar, é o querer ficar junto. Nem sempre são gargalhadas, mas maior parte do tempo sim, porque quem ama não aguenta ficar longe. Mas quando dói, é porque não estava destinado a ser amor. Apenas uma paixão passageira.